Sobre as concessões e compromissos políticos
Recentemente um levantamento foi feito que revelou que os "nacionalistas sociais", "nacionalistas conservadores e religiosos" são na verdade uma maioria no Brasil. O que chega a ser engraçado porque estamos acostumados
Recentemente um levantamento foi feito que revelou que os "nacionalistas sociais", "nacionalistas conservadores e religiosos" são na verdade uma maioria no Brasil.
O que chega a ser engraçado porque estamos acostumados a falar como se fossemos a minoria. Apesar que quando olhamos ao nosso redor, além das afiliações partidárias de cada um o que vemos são justamente pessoas religiosas e preocupadas com a causa social do Brasil.
Como pode ser então, que a maioria viva acuada com medo da minoria barulhenta?
Nós somos a maioria silenciosa. O gigante que acostumou a levar pancadas e ser censurado. Mas e se o gigante decidisse se levantar, ignorando as vassouradas que nem mais o machucam?
Nós vivemos sempre fazendo concessões políticas, agachamos a cabeça e votamos no "menos pior", "ninguém é perfeito fazer o que", virou o normal no pensamento político nacional.
Até quando vamos abaixar a cabeça pra minoria barulhenta?
Nas concessões políticas não é só o voto que a pessoa deposita, mas também o seu coração. O que não era pra ser assim.
Por algum motivo no Brasil a política é algo emocional. Todo aquele que vota sente a necessidade moral de defender a sua escolha sendo que a esmagante maioria vota de maneira inconsciente, já que essa é a própria natureza da democracia liberal.
Bradar liberdade aos 4 ventos, uma palavra que tira um sorriso de todos. Mas a democracia liberal em nenhum momento te garantiza essa liberdade.
É portanto uma liberdade puramente de discurso, porque na prática nao ha liberdade alguma. E nem são criados os mecanismos para garantizar a mesma.
O Povo idólatra, ímpio e infantil não aprende a separar a emoção da votação. Assim, se aprisionam a si mesmos em um loop sem saída. Onde:
- deve-se votar no "menos pior" porque não há nada melhor
- mas também não surge nada melhor por causa da passaçao de pano pros erros do "menos pior"
Diz o povo ímpio "Meus amigos não tem defeitos, meus amigos se não tiverem eu invento" e ainda se sentem orgulhosos de proferir tal encanto mágico de auto destruição.
Bom seria, ó povo ímpio, se o seu "amigo" realmente não tivesse defeito. Mas acontece que você considera seu amigo, e líder, qualquer um que satisfazer com a aparência.
O povo ignorante nunca aprende de seus erros. Uma e outra vez cometem o mesmo erro e tropeçam na mesma pedra.
O povo ignorante se prende a sí mesmo no loop da concessão-desvirtuação.
Bendito aquele que se lembra de onde errou e corrige seus caminhos para não cair no mesmo erro.
Bendito aquele que ouve a voz da razão, deixando a histeria de lado muda seus caminhos.
Bendito aquele que age do amor e não do ódio.
Bendito aquele que realmente busca a verdade e a justiça de Deus, e não meramente satisfazer o seu próprio coração
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